Ferreira Gullar morre no Rio de Janeiro aos 86 anos

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Ferreira Gullar morreu neste domingo, dia 4 de dezembro, aos 86 anos, no Rio de Janeiro. Considerado um dos maiores autores brasileiros do século XX, Gullar foi eleito “imortal” na Academia Brasileira de Letras em 2014, vindo a ocupar a cadeira de nº 37.

Há alguns dias, Ferreira Gullar estava internado no Hospital Copa D’Or, que fica na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele tinha complicações pulmonares, acabou desenvolvendo uma pneumonia e não resistiu.

Ferreira Gullar nasceu em São Luís, no Maranhão e ainda adolescente decidiu que queria ser um poeta. Quando completou 18 anos passou a ir aos bares da Praça João Lisboa, em sua cidade. Um ano depois se deparou com a poesia moderna, mergulhando no trabalho de Carlos Drummond de Andrade e também de Manuel Bandeira.



Entre as mais conhecidas obras de Gullar estão: Poema Espacial, Livro-Poema e Poema Enterrado.

Chegou a ingressar no partido comunista, foi preso e depois fugiu do Brasil, indo morar em Moscou, Lima, Santiago e até em Buenos Aires. Seu trabalho, “Poema Sujo”, foi escrito em Buenos Aires, ainda no ano de 1976 e foi muito bem aceito.



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